Marilene Felinto nasceu em Recife, em 1957, e foi criada em São Paulo, para onde sua família se mudou em 1968. É formada em Letras pela USP, é escritora de ficção premiada com o Prêmio Jabuti de Revelação de Autor (1983) com o romance As Mulheres de Tijucopapo (1982), também ganhador do prêmio de melhor romance inédito da União Brasileira de Escritores (1982), traduzido para o inglês, o francês, o holandês e o catalão. Tem outros romances publicados, coletâneas de contos e ensaios diversos, entre eles Autobiografia de uma escrita de ficção – ou: porque as crianças brincam e os escritores escrevem (Ed. da autora, 2019); Fama e infâmia: uma crítica ao jornalismo brasileiro (Ed. da autora, 2019; Contos reunidos (Ed. da autora, 2019) e Sinfonia de contos de infância (Ed. da autora, 2019); O lago encantado de Grongonzo – 2. ed. 1992); Obsceno Abandono (2002), Outros heróis e este Graciliano (1983); Jornalisticamente incorreto, (2000). É também tradutora de inglês (Edgar Allan Poe, Virginia Woolf, Ralph Ellison, Tom Wolfe, Richard Burton, entre outros). Foi escritora convidada da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA- 1992), da Haus der Kulturen der Welt, da Alemanha (1994), do Ministério da Cultura da França (1998), da Universidade de Utrecht (Holanda – 2012) e da Universidade de Coimbra. Atuou em órgãos de imprensa como Folha de S. Paulo e revista Caros Amigos. Foi autora convidada da Feira Literária Internacional de Paraty 2019 (vídeo abaixo). E é autora convidada do Festival de Literatura Latino-Americana 2019, no Texas (Houston/San Antonio – EUA, novembro 2019).